» Cohapar e Caixa tocando o Morar Bem Paraná

Publicado em 27 de junho de 2012 em Notícias, REDEHIS 2014

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Cohapar assina convênio para regularização e titulação de 400 imóveis em Rancho Alegre D’Oeste.

O diretor de Regularização Fundiária e Relações Comunitárias da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Nelson Cordeiro Justus, recebeu nesta terça-feira (26) o prefeito de Rancho Alegre D’Oeste, Valdinei José Peloi, para a assinatura do convênio que irá realizar a regularização fundiária e titulação de 400 imóveis ocupados por famílias de baixa renda no município.

Justus explicou que ter o imóvel regularizado com o título de propriedade representa um significado especial para as famílias beneficiadas. “Muitas vezes a regularização do imóvel é tão importante quanto a entrega de uma casa nova, sendo um sonho aguardado por anos”, disse o diretor.

Além do trabalho de regularização e titulação, também estão sendo construídas 7 novas moradias rurais no município através do programa Morar Bem Paraná Rural e 29 unidades urbanas, todas por meio de parceria com o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

Segundo Peloi, “a habitação é uma das áreas de investimento prioritário das prefeituras e a Cohapar está sendo uma grande parceira nestes projetos em Rancho Alegre D’Oeste”, ressaltou o prefeito.

Morar Bem Paraná Rural - O programa Morar Bem Paraná Rural atenderá, nos próximos quatro anos, 10 mil famílias com casas novas e outras 4 mil com reformas e ampliações. É uma parceria entre a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Caixa Econômica Federal e Cooperativas de Agricultores.

Os recursos, provenientes do governo Federal, pelo Minha Casa Minha Vida Rural, podem chegar a R$ 25 mil por casa, dependendo da renda familiar do agricultor. O governo do Estado também pode entrar com subsídio para complementar a mão de obra. Cada família paga R$ 1 mil divididos em quatro prestações anuais de R$ 250, sendo o restante subsidiado pelos governos federal e estadual.

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